"O espírita encontra na própria fé – o Cristianismo Redivivo – estímulos novos para viver com alegria, pois, com ele, os conceitos fundamentais da existência recebem sopros poderosos de renovação.
A Terra não é prisão de sofrimento eterno.
É escola abençoada das almas.
Felicidade não é miragem do porvir.
É a realidade de hoje.
A dor não é forjada por outrem.
É criação do próprio espírito.
A virtude não é conhecimento futuro.
É júbilo que já existe.
A morte não é santificação automática.
É mudança de trabalho e de clima.
O futuro não é surpresa atordoante.
É conseqüência dos atos presentes.
O bem não é conforto do próximo, apenas.
É ajuda a nós mesmos.
Deus é Equidade soberana, não castiga e nem perdoa, mas o ser consciente profere para si as sentenças de absolvição ou culpa ante as Leis Divinas.
Nossa conduta é o processo, nossa consciência o tribunal.
Não nos esqueçamos, portanto, de que, se a Doutrina Espírita dilata o entendimento da vida, amplia a responsabilidade da criatura.
As raízes das grandes provas irrompem do passado – subsolo da nossa existência – e, na estrada da evolução, quem sai de uma vida entra na outra, porque berço e túmulo são, simultaneamente, entradas e saídas em planos da Vida Eterna."
André Luiz.
Boletim Informativo do GEUF de Setembro de 2005 (Edição Número 65).