Maturidade

Se já prestamos serviços sem perguntar se a criatura está precisando...

Se já auxiliamos nas boas obras sem aguardar recompensa...

Se procuramos o trabalho que nos compete sem rogar que outros nos substituam nas próprias obrigações...

Se não registramos ressentimentos...

Se cooperamos espontaneamente em favor do próximo...

Se buscamos a própria renovação sem esperar que os outros bitolem emoções e idéias pelo nosso coração ou pela nossa cabeça...

Se estudamos os problemas da existência e da alma sem que ninguém nos obrigue a isso...

Se amamos sem cogitar se os outros nos amam...

Se reconhecemos que a nossa liberdade unicamente é válida pelo dever que cumprimos...

Se já conseguimos calar todos os assuntos que induzam à intranqüilidade e ao pessimismo...

Então, estaremos atingindo as faixas benditas da maturidade com a Vida Superior.

Monsenhor José Silvério Horta, Francisco Cândido Xavier em "À luz da oração".

Fonte :
Albino Teixeira.
Psicografia de Francisco Cândido Xavier do livro "Aulas da Vida" - Editora Ideal.

Boletim Informativo do GEUF de Junho de 2005 (Edição Número 62).